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My secrets in metaphorical words.
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eu-sem-poesia:

"Fight Club"

Folded Paper

Art by: Bashir Sultani



mofo-cosmico:

“Então compreendi perfeitamente o que gerava a dor. Não era o corte com a ponta da faca, a topada na quina da cama, o amigo que não liga mais, o café que sujou o fogão, as palavras duras, as notícias na tv, obviamente isso soma-se ao fardo, mas não é ele em si. A dor era gerada pela sede insaciável do nada. Pois quando não se tinha o que queria sofria e quando conseguia almejava outra coisa para sofrer. E é por essa sede que os humanos consomem seus dias, pelos futuros que nunca virão ou que serão fadados quando chegarem. E a maior idiotice era perceber: eu também era um desses tais que nunca estava de barriga cheia.”

Fernando Pessoa.


archiemcphee:

Fear not arachnophobes (or maybe do?), you aren’t really looking at a gargantuan tarantula, you’re visiting the Department of Astonishing Optical illusions and this is the spectacular work of UK-based concept body artist Emma Fay. She used water-based paints to transform contortionists Lowri Thomas and Beth Sykes into awesomely lifelike animals. It took five hours to transform Thomas into a giant arachnid.

"First I ask the contortionist to get into the initial pose and mark out where they will be. The contortionists can only hold the pose for a maximum of five-seconds so I have to work quickly to get it right. I then keep painting and repositioning the models until they look like the real animal."

Head over to the Daily Mail for video footage of these amazing transformations as well as a wonderfully freaky glimpse of the giant spider in motion.

Visit Emma Fay’s website to check out more of her amazing artwork.

[via Design Taxi and Dailymail.co.uk]


intrepidprofessor:

Naked embrace is such a beautiful thing
I love the feeling of her body as I cuddle her against me, and you know she’s a little colder than usual, so you hold her even tighter.
This is pure intimacy.



Senti a maré subir
Seu coração acelerou
Bombou tanto sangue
Que virou meu barco a remo

Tentei me manter firme
Mas as ondas me inundaram
Sem saída fui levado pelo sangue
Dentro das tuas veias

Teu corpo me expulsou
Seu peito não mais me quis
E de toda aquela tormenta
Veio a calmaria do sol

Com o peito livre do sufoco
Pôde amar novamente
Com o coração vazio
Pôde dar de novo lar a alguém. 



1 week ago 0 notes + reblog

matanzaconstanza:

cicuta on Flickr.